Maria Fumaça

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O crime organizado e desorganizado está desafiando o sistema de segurança pública do Maranhão. São Luís é uma capital hoje com alto índice de criminalidade entre homicídios e assaltos  de todos os tipos. Quadrilhas são de portes pequenos, médios e grandes. As primeiras são formadas por criminosos que andam de bicicleta e empunham revólveres nas pessoas que entram e saem de casa. Tomam o dinheiro, celular e outros objetos pessoais. As segundas quadrilhas são constituídas por ladrões de carros que atacam os proprietários de veículos na entrada ou saída de casa. As terceiras são de arrombadores de residências.

Tudo isso acontece a qualquer hora do dia e da noite. Por exemplo, a foto da casa acima foi arrombada às 18 horas da tarde, no Conjunto Habitacional Turu, onde vem se alastrando esses assaltos diariamente. Isso para falar apenas em um bairro, porque esse estado de coisas ocorre atualmente em toda São Luís do Maranhão.


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São Luís do Maranhão e atualmente uma cidade com alta escassez de água, por inoperância do poder público. Tudo começou com a instalação da ALUMAR , que foi obrigada a financiar as adutoras do sistema ITALUIS, para abastecer a fabrica de alumínio da multinacional norte-americana.

A população passou a sofrer com racionamento d’água que chega a ser cruel. Preferiu-se servir água abundante a uma empresa estrangeira, que foi montada perversamente na ilha e ao povo dão miséras gostas d’água.

Tardiamente, a governadora Roseana Sarney anuncia que vai colocar novas adutoras no ITALUIS, prometendo aliviar o sofrimento do povo lá para o final de 2013. Tomara que a ilha não vire totalmente um deserto por falta d’água.


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O combate à corrupção amplia seu raio de ação no Brasil e no mundo. Foi muito fecunda a XV Conferência Internacional Anticorrupção, realizada em Brasilia, com a participação de autoridades brasileiras e estrangeiras.

Segundo a Declaração do evento, a repercussão da transparência deve ser seguida em diversos níveis da sociedade, estimulando a população a unir forças contra a corrupção. A impunidade constitui ponto crítico do documento, sendo proposto o engajamento da população na luta contra esse câncer social, responsável pela fome e pela miséria. “Se a impunidade não for combatida, corre-se o risco de que o tecido social, a supremacia da lei, a fé na politica e a nossa esperança por justiça social sejam dissolvidas “.


 

 

 

 

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Marcos Aurélio, tem praticado tantas incoerências, ao longo das votações do julgamento do mensalão, que a opinião pública já o chama de VIRA FOLHA. Ora, ele esta do lado dos inimigos da corrupção; Ora ele esta ao lado dos juízes que votam pela corrupção.

Marcos Aurélio é um ministro atabalhoado, de raciocínio transloucado, que serve mais ao diabo do que a deus. Na seção de ontem do STF, agrediu, como se fora um vestal impoluta, o ministro relator do mensalão Joaquim Barbosa.

Marcos Aurélio deveria silenciar e não dizer mais nada por que já falou muito, fez manobras que não dignificam sua presença na Corte Suprema. Cala-te Marcos Aurélio, da antiga roma conspurcada.


Não é só na politica que se pratica traições. Nas relações interpessoais elas existem e são talvez mais nojentas e repugnantes. Pessoas com aberrações sexuais utilizam a traição como arma para ocultar as deformações de caráter delas.

Pior que as autoridades são influenciadas pelas intrigas de lésbicas e outros tipos homossexuais que usam de amizades para perseguir desafetos. Infelizmente, existem autoridades até nos meios policiais que se deixam levar por baixarias de uma pessoa desqualificada. Essa lésbica e conhecida nós meios sociais por se intrigante e trocar cargos por sexo.


 

Lula não tinha experiência em cargos do poder executivo, mas foi um bom presidente da república. Seus adversários diziam que ele não tinha experiência, e, por isso, não podia ser eleito. Agora, ouvimos o mesmo refrão chato afirmando que o candidato X não tem experiência e Y tem. Pura balela.

João Castelo, que vai disputar a reeleição de prefeito de São Luís do Maranhão, com Edivaldo Holanda Junior, no segundo turno, está alardeando demais que tem experiência. Comete um equivoco grave. O eleitor ludovicense cansou de ouvir demagogia e quer, sobretudo, mudança, com a extinção  de velhas raposas da política maranhense.

Do lado de Edivaldo Holanda Junior, um assessor dele postou ontem no Facebook uma infeliz mensagem, declarando que “tem gente dizendo agora que votou no Edivaldo Holanda”. Isso é uma tremenda inabilidade política, que poderá custar caro ao candidato da mudança. Numa disputa acirrada como essa não se pode subestimar eleitor e muito menos cantar de galo.


 

Após o primeiro turno das eleições municipais de 2012 em São Luís do Maranhão, surgem especulações sobre quem vai apoiar quem. Sabemos que as alianças para o segundo turno ainda estão sendo costuradas pelos candidatos Edivaldo Holanda Junior e João Castelo.

Eliziane Gama, Tadeu Palácio, Washington Luiz e Haroldo Saboia, para citar os mais votados entre os que não foram para o segundo turno, serão naturalmente procurados pelos candidatos. Até o pleito de 28 de outubro, muita coisa vai rolar debaixo da ponte, de modo que a mídia está mais especulando do que dando informações exatas.

Uma delas é a de que o grupo Sarney vai ficar neutro. Jamais. Isso se estende a todos as facções político-partidárias. Às vezes tem ocorrido que esse ou aquele partido libere seus filiados a votarem segundo a consciência de cada um. Contudo, nas eleições municipais de 2012 em São Luís é muito cedo para se falar em neutralidade. No geral, neutralidade não existe, é mais uma falácia em tempos de disputas eleitorais acirradas, como está acontecendo na capital maranhense.


Mal divulgaram os resultados das eleições municipais 2012, como se tivéssemos bola de cristal, a mídia de São Luís do Maranhão já espalha que Eliziane Gama (PPS) e Tadeu Palácio (PP) não vão apoiar nenhum candidato a prefeito no segundo turno, isto é, Edivaldo Holanda Junior e João Castelo.

É mais uma especulação ou manipulação do que uma informação isenta como deve ser o exercício profissional de jornalista. Talvez, dentro das próximas horas, saibamos com exatidão quais as alianças reais que farão os dois candidatos.


A TV Mirante promoveu o último debate entre os candidatos a prefeito de São Luís nas eleições de 2012, começando às 23 horas e estendendo-se pela noite afora. É um horário em que os telespectadores estão dormindo em sua maioria. Portanto, foi um debate de pouca audiência e, consequentemente, teve uma inexpressiva influência nas intenções de voto no eleitorado.

Segundo publicou hoje a mídia impressa de São Luís, o debate foi marcado por atropelos e erros do mediador Tonico Ferreira, da Rede Globo de São Paulo. Dos oitos candidatos, dois ficaram de fora do debate: Marcos Silva (PSTU) e Ednaldo Neves (PRTB). O correto seria que todos os candidatos participassem do debate, mas, por questões operacionais, o número excessivo de candidatos justifica a exclusão de dois, para o bem ou não da TV Mirante.

Repetiram-se como aconteceu em pleitos anteriores as indesejáveis farpas entre os candidatos, cada qual querendo vender o seu peixe no mercado político-eleitoral. Ainda bem que as divergências ficaram nos limites da tolerância e do respeito aos poucos telespectadores de programa tão importante para o povo ludovicense.


As fraudes eleitorais no Brasil e, particularmente, no Maranhão, é um triste fato que se repete nas eleições para cargos eletivos. Como acontece isso? Ora, a corrupção eleitoral e semelhante à do mensalão, por exemplo. Chefes políticos, que dominam estados, e durante décadas organizam crimes eleitorais de todos os tipos como no Maranhão até mortos votavam.

A sofisticação é tanta que os delitos burlam a lei, de tal forma que não se pode evitá-los. É que como diz o ditado popular “para ladrão não tem cerca”. Mas, a polícia federal vem, através de operações preventivas, reprimindo fraudes praticadas no país. Na Operação Veto, deflagrada agora, a PF apreendeu, com mandados da justiça, títulos de eleitores e identidades falsos em mãos de um candidato a vereador de São Bento, na Baixada Maranhense, que seriam usados para sua candidatura e a de candidatos majoritários.

Para a democracia brasileira esses crimes eleitorais somente prejudicam nossas instituições políticas e jurídicas, o que frustram a consciência nacional. Precisamos combatê-los antes e durantes as eleições.

 


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