Maria Fumaça

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Ministros do Supremo Tribunal Federal.

O Supremo Tribunal Federal (STF) está dividido no julgamento do mensalão na fatia formação de quadrilha. Pelos votos proferidos pelos 10 ministros que formam o colegiado da alta corte do país, chegamos à conclusão de que vai ser um ponto bastante controverso, e que pode esquentar discussões doutrinárias entre os membros do STF. Tomara que a polêmica não resvale para as ofensas pessoais, a partir de amanhã.

O conceito de formação de quadrilha definido na legislação penal brasileira contempla apenas esses crimes se praticados por organizações criminosas organizadas ou desorganizadas. No entanto, as leis penais modernas de outros países são abrangentes, de modo que a corrupção com dinheiro público caracteriza formação de quadrilha.

Podemos deduzir, a partir dos votos de Rosa Weber e Dias Toffoli, entre outros, que o item formação de quadrilha vai ter um julgamento bastante acirrado no STF.

A opinião pública torce para que seja vitoriosa a tese dos que como o decano Celso de Mello votem a favor de que os réus do mensalão como José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares sejam condenados por formação de quadrilha.


A  poesia lírica grega é examinada  por Otto Maria Carpeaux  com  a observação de que foram legados  apenas fragmentos aos estudiosos. Afirma o escritor:  
‘Com exceção da obra de Píndaro, possuímos só fragmentos, que não  permitem reconhecer a personalidade  dos poetas, nem sequer nos dão ideia  bastante exata do que foi aquela poesia; nenhum crítico literário ousaria jamais interpretar e julgar um poeta moderno do qual só conhecesse tão  poucos  versos como existem dos líricos gregos”. Ademais,  o lirismo da antiguidade  grega era  umbilicalmente ligado à música, da qual Carpeaux diz que não podemos  formar ideia.

Na opinião do autor,  a poesia lírica tinha como objetivo a expressão de paixões violentas. “Por isso, celebraram o nome de Alceu, aristocrata belicoso e poeta requintado”.  “E para explicar o poder de expressão  da maior das poetisas , Safo, inventaram  uma coroa de lendas:  Safo como  centro  de um círculo de mulheres dadas ao amor lésbico, ou Safo que se suicida por amor  a uma jovem que não compreendeu  a paixão da poetisa envelhecida”

“É, pois, uma realidade a afirmação de que só nos chegou, da poesia lírica grega, com exceção da de Píndaro,  a parte menos importante;  e de resto, só pobres fragmentos. Parece que já a própria Antiguidade se esquecera  daquelas expressões  poéticas, incompatíveis  com os ideais pedagógicos  da literatura grega”.

Para o escritor, “o  desaparecimento da  poesia lírica grega  é um fato histórico de importância capital : contribuiu para criar no futuro a imagem convencional da Antiguidade, o pretenso equilíbrio “olímpico”. Destaca:  “A  poesia lírica grega  era, ao que parece, mais uma explosão violenta “dionisíaca” , do que mera expressão emocional”.

“Por isso, os filósofos e políticos da Antiguidade  preocuparam-se com os efeitos perigosos do individualismo literário; o acompanhamento musical era  tentativa para atenuar  a poesia, discipliná-la, “apolinizá-la”, conferir-lhe  significação ética. Esse objetrivo só foi realizado com Píndaro: e é ele o único lírico grego do qual se conservou obra extensa”.


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Fernanda Amélia, 27 anos, formada pela Faculdade Santa Teresinha , vem se destacando como uma profissional dedicada a aliviar as dores musculares do corpo humano . Optou  pela especialidade de  tratar pacientes com dores crônicas e agudas, desde criança a adultos de todas as idades .Atualmente trabalha como fisioterapeuta da Clinica MEDSAN  , localizada na rua João Damasceno, 20 Ponta do Farol , de propriedade da Dra Wilma Pereira. Telefone 32274179.

A Dra. Fernanda Amélia  disse que escolheu a carreira de fisioterapeuta , porque tem um ideal na  vida para ajudar as pessoas que estão sofrendo com dores que nos deixam deprimidos . O paciente que a procura e faz um tratamento com ela consegue superar dores que jamais imaginamos ser curáveis .

O seu trabalho vem ganhando espaços nos meios sociais , particularmente no setor de saúde , no qual  exerce em tempo integral a fisioterapia  manual . Quando está fazendo exercícios com os pacientes, Fernanda Amélia diz , com sua maneira elegante e educada : ‘’ É preciso curtir a dor ‘’ .


Otto  Maria Carpeaux analisa a ILÍADA  e a ODISSÉIA  do ponto de vista formal e de conteúdo. Afirma: “ A dúvida que se levanta sobre a unidade dos dois poemas nasce,porém, dessa mesma unidade. O equilíbrio entre o Olimpo e a tragédia da ILÍADA , entre as aventuras fantásticas e o idílio crepuscular, na ODISSÉIA, é tão perfeito, a objetividade dos poemas é tão grande , que o leitor se esquece  de que lê poesia. O enredo das duas epopéias é como a própria vida humana: não foi inventado;  tudo  devia ter acontecido assim.Não é preciso explicar e inventar nada. O poeta desaparece atrás do poema. E por isso  foi possível  duvidar de sua existência histórica; depois, da identidade  dos autores  de duas epopéias; enfim, da autoria individual dos poemas”.

Diz que ao se estudar a estrutura dos poemas, concluímos que neles há uma unidade dos desígnios. Argumenta Carpeaux: “…Parece haver  contradição  entre a ética de guerreiros, na ILÍADA, e a ética familiar de aristocratas  latifundiários da ODISSÉIA. Mas aquela ética bélica é a glorificação  da kalokagathía, do ideal da perfeição física e espiritual, o mesmo que informa a introdução  da ODISSÉIA , a chamada “Telemaquia”, na qual se descobriram  os intuitos pedagógicos  que Fenelon tinha adivinhado”.

Segundo  a HISTÓRIA DA LITERATURA OCIDENTAL , “…A tradição  só ofereceu  uma série de lutas; Homero  interpretou-as  como vitórias exemplares  de homens superiores, e a maior dessas vitórias é a de Aquiles. Por isso, a ILÍADA  não vai além desta vitória, que é essencialmente uma vitória do herói  sobre si mesmo. A presença dos deuses homéricos, que são, por definição, ideais humanos, revela  não só  a condição humana, mas também a capacidade dos homens de superá-la. Na ODISSÉIA,  os deuses  agem como instrumentos  da Justiça no mundo;  daí o happy end , a substituição  do desfecho trágico  pelo idílio…”


CAMINHADA CONTRA A POLUIÇÃO DAS PRAIAS

Militantes do Grupo SOS Praias de São Luis do Maranhão promoveram, ontem á tarde, na Av. Litorânea , caminhada de protesto contra a poluição da orla marítima , imprópria para banho da população, devido a inundação de coliformes fecais e demais dejetos , vindos de prédios a beira mar , vizinhanças e de outras áreas residenciais mais distantes , já que a rede de esgotos é insuficiente para coletar esse material prejudicial a saúde dos habitantes da ilha . Dezenas de pessoas participaram do ato público que partiu com faixas da Praça do Pescador em direção do Calhau . Policiais militares seguiram a caminhada , mas não foram registrados incidentes entre os manifestantes e membros da Policia Militar do Maranhão.


I

São Luís terra dos bravos tupinambás

rebeldes  viscerais à escravidão

dos colonizadores franceses holandeses e portugueses

cidade dos azulejos sobradões e mirantes

recebeste a glória de patrimônio da humana (IDADE)

II

São Luís és regaço metafísico de poetas

 cantadores perenes do bumba-meu-boi

e de outros folclores como diz uma

canção popular  que te exalta como 

maternidade ‘’ onde o poeta nasceu ‘’ 

III

São Luís vejo-te deslumbrado no sentido

São Franciso – Centro Histórico tal

o encanto da cidade colonial

na direção oposta olho-te moderna

um cativeiro capitalista

IV

 São Luís sou por cadeia genética filho de maranhense

de mãe cearense e sou teresinense

fui por adoção sentenciado ludovicense pelo destino

celebro teus 400 anos nesses

versos jamais imaginados pela

contradição da negação da negação

V

orgulho-me compulsivamente

do povo carnal e espiritualmente

hospitaleiro como informam os cronistas

do gorjeio do sábia

VI

São Luís  ilha do amor rebelde

por delegação da História

foste tragicamente vilipendiada

em teus símbolos maiores

deram- te  um banho de sangue

de injustiças sociais          

VII

São Luís ilha bela

perdão misericórdia

o juízo final metáfora

da escatologia  cristã não tardará

no curso do século XXI

avante povo timbira

o futuro nos pertence


A “questão homérica”, isto é, se a ILÍADA e a ODISSÉIA’ são obras coletiva ou individual é abordada por Carpeaux como quem faz um mergulho profundo em águas de um oceano muitas vezes navegado. Diz textualmente:

“…Para nós outros, Homero não pode ser outra coisa senão símbolo de uma grande obra literária, puramente literária e capaz de ser discutida. Por isso, a autenticidade das epopéias – a famosa “questão homérica”  – teria tido  a maior importância para os gregos antigos, a mesma que tinham nos séculos XVIII e XIX as discussões entre os teólogos sobre a autenticidade dos livros bíblicos. Para nós, a questão homérica, que tanto apaixona filólogos e arqueólogos, é de importância bem menor…”

O escritor cita Matthew Arnold, dizendo que este no ensaio sobre a arte de traduzir Homero define o “realismo homérico” estilisticamente nestes termos: “ o estilo de Homero seria rápido, direto, simples e nobre”. Acrescenta o autor: “ Homero fala de tudo o que é humano; inclui na vida humana os deuses, que têm feição nossa, mas também o lado infra-humano e até animal da nossa vida”.

Homero fala das fadigas físicas, comida, amor, tudo enfim. Aparentemente monótono, “parece dizer-nos : vejam, a vida humana é sempre assim, é eternamente assim; e esse aspecto das coisas sub specie aeternitatis dignifica tudo, sem desfigurar jamais tudo, sem desfigurar jamais a verdade”

Carpeaux  detalha: “Homero-ou como quer que se tenha chamado o poeta, não importa- consegue o milagre  de dar vida verdadeira em fórmulas fixas, em clichês. Não importa se isso é resultado das capacidades inatas de um povo genial ou do trabalho de um gênio poético…”


HISTÓRIA DA LITERATURA OCIDENTAL (I)

Samuel Filho

Durante o Salão do Livro do Piauí – SALIP, realizado em junho em Teresina, tive a sorte de comprar no stand do Senado Federal a obra HISTÓRIA DA LITERATURA OCIDENTAL de Otto Maria Carpeaux, um erudito em artes, filosofia, ciências exatas, austríaco que se exilou no Brasil, perseguido pelo nazismo.
São quatro volumes com mais de 500 páginas cada um. O preço é inacreditável R$ 170,00, uma bagatela para uma obra de gigante, destinada a leitores não menos pequenos. Aceitei o desafio de ler Carpeaux nesses tempos de internet. Já li o primeiro capítulo sobre a cultura da antiguidade grega. São 46 páginas em que tive o cuidado de sublinhar trechos da análise do escritor:
“ O nome de Homero tornou-se sinônimo de poeta. Essa glória é, em grande parte, o resultado de inúmeros esforços malogrados de imitá-lo. Será difícil enumerar as epopeias “modernas” que se escreveram para rivalizar com Homero; e o fracasso manifesto de todos os imitadores fortaleceu a unanimidade de opinião: Homero é o maior dos poetas”.
Mais: “ Versos de Homero citaram-se nos discursos dos advogados e estadistas, como argumentos irrefutáveis”Homero”: isto significa a “tradição”, no sentido em que a Igreja Romana emprega a palavra, como norma de interpretação da doutrina e da vida”. Esclareço que as aspas superpostas é a transcrição fiel e literal do texto.
Aqui estou apenas reproduzindo passagens que me chamaram a atenção no decorrer da leitura. HISTÓRIA DA LITERATURA OCIDENTAL é um voo de erudição genial, que não cabe hermenêutica, senão comentários despretensiosos.
Na próxima resenha, que pretendo escrever três vezes por semana, continuo salientando as questões que mais marcaram este leigo, sem formação acadêmica em literatura. Um autodidata que, desde a velha mocidade, curte mais poesia que prosa de ficção, e que exerce o jornalismo profissional desde os 20 anos.
O editor e escritor maranhense Joaquim Campelo, proprietário da Editora Alhambra, com sede em Brasília, publicou a segunda edição, quando Carpeaux ainda era vivo. A terceira pelo Senado provocou uma polêmica de direitos autorais que tramita na justiça. Aguardemos o veredito.


Geraldo Almeida Borges.

Não conheço a cidade de Tutóia. Mas gostaria.  Antes  que o padre danado, mande derrubar a igrejinha. Chegaria por lá incógnito, como um anjo vestido de branco, barbado, e entraria na humilde capela, claro se encontrasse a porta aberta e ainda de pé. Pois meus poderes de anjo são precários, do contrário o padre não derrubaria a igreja..

 Tenho ouvido dizer que quase não abrem mais as suas portas. Ou uma porta apenas. Pois estas velhas igrejas do passado colonial de nossas cidades, sempre foram muito pequenas, mas, uma referência importante, na cidade, com a sua velha torre, hasteando um galo de metal, um sino, que badala sempre aos domingos com o seu ar medieval, a sacristia, o confessionário. A nave, o altar, os bancos rústicos de madeira. Uma fisionomia ascética de um velho tempo em que ser padre era de fato um sacerdócio. Era ajudar a construir e manter de pé uma igreja.

Não sei não. Esse padre é danado mesmo. Derrubar uma igreja não é fácil, é coisa do capeta. Cair de pau em cima dos fiéis. É como derrubar uma velha casa, cheia de história, habitada por fantasmas. Um desrespeito à cultura cristã. Mas, como diz um filósofo: tudo que é sólido se desmancha do ar.

 Pelo que parece a igrejinha da cidade de Tutóia vai virar pó. Talvez a comunidade cristã atual nem ligue mais para ela. A não ser os mais velhos; aqueles que foram batizados em sua pia batismal. As velhas beatas que se confessavam com o padre danado. Senhora que se casaram no altar da capela. Muita gente vai se lembrar das velhas quermesses no pátio da igreja. E quem sabe algumas pessoas imaginativas, crédulas, não vaõ  levar para casa algum velho pedaço de adobe, tijolo,   como amuleto, souvenir de uma antiga ruína; assim como os turistas  que viajam à Jerusalém trazem coisas santas de lá. Mas falando em Jerusalém  veio – me  à  lembrança o estado do Vaticano, que é o senhor de todas as igrejas e capelas espalhadas pelo mundo cristão.

 Por que não  recorrer ao Papa, nessa hora crítica em  que o danado do padre  quer derrubar a igreja. Se o  Santo padre não quiser. Nada feito.

 Eu não sou cristão de coração, apenas de batismo, o que já é um grande sacrifício. Mas no meu modo de pensar, não acho justo esse negócio de derrubar igrejas. Derrubar igrejas é como derrubar o povo de Deus. Desgarrar as assembleias. Já pensou. E desqualificar o trabalho dos crentes que levantaram as humildes igrejas nos confins de suas paróquias  para a pregação da palavra. Ninguém vai acreditar na palavra de um padre danado que derrubou a sua igreja. Já pensou se essa moda pegar Se começarem a derrubar as igrejas da Bahia, as igrejas de Minas Gerais, a Notre Dame de Paris,( todas se equivalem, a humilde capela e  a imponente catedral), a igreja de São Benedito, na praça da Liberdade, em Teresina, para  desaguar melhor o trânsito ou  para estacionamento. Vade retro Satanás.

Essas velhas igrejas são testemunhas de uma época, documentos de pedra, registro de uma antiga arquitetura, seus bancos, suas paredes, seus vitrais rústicos contam uma história que não pode ser apagada simplesmente, impiedosamente, com a fúria mecânica de uma escavadeira  guindada pela mão  de pessoas inocentes,  que de espontânea vontade jamais fariam isto. Quem derruba busto de políticos é vândalo. Quem derruba uma igreja  só pode ser um danado.Um herege.


  Segundo Domingo de Agosto comemora-se o Dia dos Pais, então estou aqui para homenagea-lo .

Apesar das dificuldades sempre esteve comigo, apesar da indiferença no modo de tratá-lo nunca deixei de o amar. Apesar de tudo nunca duvidei da sua fé em mim, no meu futuro e em todas as oportunidades que me foram oferecidas por você durante a vida. Pai, por você eu sempre vou ter um único sentimento e uma única palavra herói. Não para te descrever para o mundo mas para mim que sou sua filha, você é aquele que desde o primeiro dia me protegeu me moldou e me fez crescer sorrindo que em minha frente nunca mostrou qualquer sinal de fraqueza. Você me fez forte, acreditou em mim quando nem eu mesma acreditava. Pai, hoje eu tenho lágrimas pela minha face graças a você e são essas lágrimas que vão ser inesquecíveis, pois nelas estão todo o meu amor por você. Eu tirei seu sono, fiz você sorrir, e aprontei bastante, mesmo assim você nunca deixou de me amar.
Um Pai se importa com as coisas que são importantes para a gente,um Pai fica feliz com o nosso sucesso e felicidade, a vida inteira. Eu o agradeço PAI. Por todas as maneiras com que você demonstrou o quanto amava e se importava, por sua paciência e seu humor. Por tudo o que você sempre fez. Eu tenho muito orgulho e sou muito feliz por ter…UM PAI COMO VOCÊ! E é com base nesse sentimento divino, sincero que quero agradecer a você, pai. Por tudo,não sei o que seria da minha vida se não fosse você, e então, resolvi hoje, dia dedicado a todos os pais, soltar os sentimentos e dizer-lhe através desta mensagem o quanto lhe quero bem, o quanto é importante em minha vida. Não existem palavras suficientes para expressar o que sinto. Quero lhe agradecer pela oportunidade de ter você, como meu pai, e que Deus lhe guarde, lhe proteja sempre, pois você é muito especial para minha vida.

FELIZ DIA DOS PAIS .

Da sua filha Raquel de Moura Farias.

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