Blog de Samuel Filho


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O Aedes aegypti está assombrando o mundo mais do que as guerras no Oriente Médio. Um simples mosquito, que transmite dengue, zica e chikungunya, ameaça a saúde dos seres humanos, com contaminação rápida, pondo em pânico a população mundial.

Segundo a mídia global, que não passa um dia sem falar do mosquito e seus efeitos desastrosos, nos deixa psicologicamente aterrorizados. No Brasil, a região nordeste é a mais atacada e Pernambuco tem o maior índice de pessoas portadoras desse mal. O Ministério da Saúde informa que está investigando 3.852 casos de microcefalia provocada pelo vírus. Este é o lado mais cruel que foi constatado somente agora e não se sabe quantas crianças nasceram anteriormente com essa deformação no cérebro.

Aqui, na pátria auriverde, é triste saber que o aedes aegypti sempre proliferou como se fora a peste bubônica na idade média, não por falta de recursos para combatê-lo. É que a política secular de malfeitores corruptos, da colônia à republica durante 500 anos, não permitiu que se construísse um país com saneamento básico, por que as elites políticas acham que redes de esgotos são obras que não dão votos e agora estamos pagando um custo socialmente altíssimo e de graves consequências para a saúde pública.

Um gestor público costumava dizer que São Luís do Maranhão é uma grande fossa sem redes de escoamento e coleta de todos os tipos de dejetos. Aliás, políticos e poetas chamam a capital maranhense de cidade das fezes. O destino final das fezes é o golfão da ilha ludovicense. Mar poluído e proibido para banho. Não há lugar mais ideal para o aedes aegypti.

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