Blog de Samuel Filho

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A ideia não é nova. Escrever literatura sempre foi  meu sonho, aliás entrei  no jornalismo aos 20 anos,  graças ao verniz  literário que tenho . Literatura, jornalismo e política são militância para mim.

Cientificamente, sou analfabeto sobre a matéria sonho.  O pai da psicanálise, Sigmund  Freud, parece que tem um livro sobre o sonho. A bíblia tem  passagens  no Velho Testamento em que mostra que o sonho é uma coisa premonitória. Intuitivamente, acho que o sonho está misturado  com a realidade.

De uns tempos pra cá, venho observando meus sonhos, porque alguns deles anunciaram  acontecimentos que se concretizaram depois. É  que o cérebro,  essa máquina louca, fantástica e genial, trabalha sem parar até à morte.

Sonhamos todos os dias, mas pouco nos lembramos, a não ser de  fragmentos das   atividades  da chamada massa cinzenta.  Hoje, acordei  sonhando por volta das 5 horas da manhã.  Foi   sobre algo agradável, diferente de outros passados.

Mais ou menos assim:  eu me encontrei com o Antonio José Medeiros ,  companheiro de prisão nos cárceres da ditadura, em um lugar parecido com São Luís. Eu estava na mesa de um bar e ele apareceu para esperar um ônibus.  Conversamos, ele de pé e este escriba bebericava.

Segunda cena: em outro local, o sociólogo e um dos fundadores do hoje odiado PT do Piauí,  corrompido pelo poder,  lamentavelmente,  aparece comigo, enquanto passavam manifestantes, com bandeiras vermelhas. Despertei e o sonho acabou.  Tomara que venha  a ser realidade.


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A faculdade Pitágoras de São Luís do Maranhão, antiga FAMA, restringiu bastante o ingresso de estudantes no FIES , em 2015, sob a alegação de dificuldades econômicas, segundo declarações de estudantes que perderam a oportunidade de ingressar em curso superior.

Os estudantes enfrentaram enormes filas nos últimos dias da semana passada. E professores informaram que a Pitágoras está com 90% do seus de alunos financiados pelo FIES, e que com a crise econômica do país, vêm aumentando as despesas da faculdade em diversos setores, como remuneração dos docentes e  com energia elétrica, entre outros custos.

Muitos deles estão entrando com ações judiciais para conseguir o financiamento do FIES, pois, conforme informaram fontes do Pitágoras, a partir de 2015 o financiamento será ZERO.


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Domingo, mais um panelaço de  areia, levado pelo  vento  do inverno,  soprado,  principalmente , por São Paulo e o Rio de Janeiro.  Foi  um vazio igual à panela de pobre.  A mídia golpista  mostrou o fracasso  e  os moradores  de bairros onde vivem  os poderosos exploradores  do povo.

No mesmo instante,  a presidenta Dilma  Roussef  fazia um  pronunciamento, Dia Internacional da Mulher,  8 de março, para saudar as lutas pela igualdade de gênero, além  de explicar as medidas  de reajuste fiscal  necessárias  ao equilíbrio da economia,  fulminado pela crise capitalista de 2008, mais grave que a de 1929 também  detonada  pelos EUA.

Na verdade,  o panelaço ou ou mísera panelada faz parte da frustrada tentativa  de golpear  o governo  da  primeira mulher que preside o Brasil, já com um  histórico republicano  de tirar do poder  presidentes, como aconteceu em  1964.

Sob o  comando  das classes empresariais, políticas conservadoras e até …

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Domingo, mais um panelaço de  areia, levado pelo  vento  do inverno,  soprado,  principalmente , por São Paulo e o Rio de Janeiro.  Foi  um vazio igual à panela de pobre.  A mídia golpista  mostrou o fracasso  e  os moradores  de bairros onde vivem  os poderosos exploradores  do povo.

No mesmo instante,  a presidenta Dilma  Roussef  fazia um  pronunciamento, Dia Internacional da Mulher,  8 de março, para saudar as lutas pela igualdade de gênero, além  de explicar as medidas  de reajuste fiscal  necessárias  ao equilíbrio da economia,  fulminado pela crise capitalista de 2008, mais grave que a de 1929 também  detonada  pelos EUA.

Na verdade,  o panelaço ou ou mísera panelada faz parte da frustrada tentativa  de golpear  o governo  da  primeira mulher que preside o Brasil, já com um  histórico republicano  de tirar do poder  presidentes, como aconteceu em  1964.

Sob o  comando  das classes empresariais, políticas conservadoras e até  oficiais  da reserva do Clube  Militar,  uma  minoria pertencente  ao topo da  pirâmide  social continua  insistindo em panelaço sobre panelaço com seus  maus desígnios.

A crise  econômica é  uma vingança da luta de classes dos ricoscontra os pobres. Já enfrentamos  inflação altíssima nos tempos do governo  Sarney  e confisco da poupança pelo Collor de Melo, que sofreu o impeachment por envolvimento na corrupção da quadrilha PC  Farias, da bela  Alagoas. A inflação do governo Sarney chegou a mais de 80 por cento. Ninguém se lembra disso e os que sabem ficam  vilmente calados.

O próprio FHC , guru da  porção golpista  , reconheceu  hoje  a inutilidade do golpe e assim a sensatez vai  sobrepondo- se  às  paixões   políticas e ideológicas  do conservadorismo,  vendilhão  da pátria.

 

 


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congresso-orc

– um político aí  na lista de investigados  pelo  Supremo disse que   tá cagando e andando. O que vc  acha disso

– ele deve estar com o fedorento fechadinho de medo

– também acho

– é reação de quem tá se tremendo de apavorado ,  treme mais do que galho de  bambu

– vc. Já observou  que todos eles negam ter recebido propina de Youssef,  Roberto Costa, Fernando Baiano e intermediários…

– político ladrão nega tudo, porque não é como assaltante  de celular q  preso é torturado física  e psicologicamente

– só dá inocente, não há um  réu confesso

– E para corruptos que  é crime hediondo só na letra da lei, há muitos recursos pró réu. Lembremo-nos  do mensalão, que deve servir de parâmetro  para a Lava Jato

– ave césar,  os vendilhões da pátria como Calheiros e Eduardo  Cunha,  dois pica grossa do conspurcado   congresso, comandado pelos filhotes…

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congresso-orc

– um político aí  na lista de investigados  pelo  Supremo disse que   tá cagando e andando. O que vc  acha disso

– ele deve estar com o fedorento fechadinho de medo

– também acho

– é reação de quem tá se tremendo de apavorado ,  treme mais do que galho de  bambu

– vc. Já observou  que todos eles negam ter recebido propina de Youssef,  Roberto Costa, Fernando Baiano e intermediários…

– político ladrão nega tudo, porque não é como assaltante  de celular q  preso é torturado física  e psicologicamente

– só dá inocente, não há um  réu confesso

– E para corruptos que  é crime hediondo só na letra da lei, há muitos recursos pró réu. Lembremo-nos  do mensalão, que deve servir de parâmetro  para a Lava Jato

– ave césar,  os vendilhões da pátria como Calheiros e Eduardo  Cunha,  dois pica grossa do conspurcado   congresso, comandado pelos filhotes dos filhotes dos filhotes  dos filhotes  dos capitães hereditários

–  até o Collor de Melo nega,

– só tem inocentes como os anjinhos  do céu da boca de uma onça


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PUBLICAMOS HOJE  O  ARTIGO  DO ECONOMISTA  DELFIM NETO (REVISTA CARTA CAPITAL),  QUE DESMISTIFICA COM SUA LÓGICA IMPLACÁVEL  O  FAMIGERADO ESTELIONATO ELEITORAL PRATICADO POR TODOS OS GOVERNOS PÓS-DITADURA MILITAR DE  64. E DIZ QUE O GOVERNO DILMA AINDA É UMA ESPERANÇA:

 

É fato conhecido por economistas gregos, troianos e marcianos que uma área monetária ótima, como têm de ser todas as federações (inclusive o Brasil), cujos entes federados gozam do direito de produzir o seu orçamento com independência, deve obedecer a uma coordenação-geral.

No Brasil, essa condição foi conseguida de forma curiosa, graças ao suporte do FMI, depois do “estelionato eleitoral” que reelegeu Fernando Henrique Cardoso, em 1998. Iniciou-se o novo governo, em 1999, com uma desvalorização cambial (que FHC negara de pé juntos durante toda a campanha eleitoral). Ela energizou a economia e permitiu que o “novo” governo (FHC-2), cumprindo outras boas sugestões do FMI, se empenhasse fortemente na elaboração e aprovação do excelente projeto, a Lei de Responsabilidade Fiscal, de 2001. Esta talvez tenha sido o mais profundo e permanente resultado do “ajuste”: o superávit primário de 0,4% do PIB em 1995-1999 saltou para 3,2% em 1999-2002. Entretanto, a Lei de Responsabilidade Fiscal nunca foi recepcionada pelo Partido dos Trabalhadores.

Todos sabemos que ela foi arrancada a fórceps no Congresso, contra o voto raivoso do PT. É interessante registrar que em 2001 a sua resistência, puramente ideológica, mal escondia duvidosos argumentos de conveniência. O contrário ocorrera em 1994. No combate e recusa do Plano Real ficou visível que era a sua sofisticação que transcendia a competência dos seus economistas.

Esses pensamentos vieram à minha mente na segunda-feira de Carnaval, lendo uma oportuníssima nota do ilustre jornalista daFolha de S.Paulo Gustavo Patu, cujos conhecimento e competência na análise das finanças públicas são reconhecidos. Disse ele na abertura do seu comentário Teoria do Estelionato: “Todos os presidentes vitoriosos nas urnas após o fim da ditadura militar cometeram estelionatos eleitorais. Trata-se de regra, portanto, não de exceção”. Sou tentado a chamá-la de “Lei de Patu”, que preside as eleições livres. De fato, quem já esqueceu o monstruoso estelionato eleitoral de Sarney, em 1986, que quase enfartou o Dr. Ulysses de alegria? O de Collor em 1990, o de FHC em 1998 e o de Lula em 2010, que antecederam o de Dilma em 2014? A exceção à Lei de Patu (que existe para confirmar a regra) é a do modesto, mas mercurial, presidente Itamar Franco. Entregou exatamente o que prometeu: as condições para a estabilização do valor da moeda que sustentaram o Plano Real.

A essa altura creio que podemos considerar, acima de qualquer dúvida razoável, que Dilma, juntamente com Sarney, Collor, FHC e Lula, é uma “estelionatária eleitoral”. Tudo bem. E agora? Agora podemos concluir em boa lógica que a Lei de Patu mostra que o severo julgamento ideológico e preconceituoso que parte da sociedade brasileira insiste em fazer dela não se deve exclusivamente a esse fato. Lamentavelmente, todos os seus antecessores fizeram o mesmo. É difícil acreditar, mas tudo se passa como se a eleição exigisse o voto de cidadãos que, mesmerizados pelo marketing, são induzidos a comprar na véspera uma magnífica piscina azul e acordar com ela vazia no dia seguinte!

A Lei de Patu revela que não há nada de especial nesse estelionato. Aliás, uma das lições que se aprendem na vida parlamentar é que, por força do regimento, o “voto, depois de dado, não é corrigível pelo arrependimento”. Como disse a instituição que garante a lisura dos pleitos, o Supremo Tribunal Eleitoral, pela voz do seu presidente, o ilustre ministro José Antônio Dias Toffoli, “não há terceiro turno”!

Portanto, se queremos prosseguir na construção de uma sociedade civilizada, só resta um caminho. Conformar-se, com certo mal-estar moral, de que Dilma, como todos os presidentes que a antecederam, é uma estelionatária. A questão é que, quando confrontada com os resultados de 2011-2014, teve a inteligência e a coragem de mudar. E, na minha opinião, para melhor! Seu sucesso (e o do Brasil!) depende, agora, da nossa inteligência, tolerância e paciência para discutir, aperfeiçoar e apoiar o seu novo programa e os competentes executores que ela escolheu.

Não será rápido ou fácil, mas não creio que haja esperança fora disso.



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